Espinheira-santa: Guia Completo da Planta Medicinal
Espinheira-santa: A Planta Protetora do Estômago
1. Introdução
A espinheira-santa representa uma das plantas medicinais mais tradicionais do Brasil. Esta planta medicinal da espécie Maytenus ilicifolia é rica em flavonóides, taninos e triterpenos. Suas propriedades terapêuticas conquistaram reconhecimento científico mundial.
Em jardins externos alcança o porte de arbusto, com até três metros de altura. A planta nativa da Mata Atlântica adapta-se facilmente ao cultivo doméstico. Seu nome deriva das folhas espinescentes e propriedades curativas excepcionais.
É considerada planta medicinal de Santa Catarina conforme lei nº 15.674, de 15 de dezembro de 2011. A legislação reconhece oficialmente sua importância terapêutica. Pesquisas científicas confirmam eficácia no tratamento de problemas gastrintestinais.
2. Nomenclatura da Espinheira-santa
2.1. Etimologia
O termo "espinheira-santa" deriva das características morfológicas distintivas da planta. O prefixo "espinheira" refere-se aos espinhos presentes nas folhas. A palavra "santa" relaciona-se com propriedades medicinais consideradas milagrosas.
A denominação popular reflete uso tradicional em tratamentos diversos. Comunidades rurais atribuíram caráter sagrado à planta curativa. O nome científico "ilicifolia" significa "folhas semelhantes ao azevinho".
2.2. Classificação Científica
- Reino: Plantae
- Filo: Magnoliophyta
- Classe: Magnoliopsida
- Ordem: Celastrales
- Família: Celastraceae
- Gênero: Maytenus (atualmente Monteverdia)
- Espécie: Monteverdia truncata (anteriormente Maytenus ilicifolia)
Em 2017 a espinheira santa sofreu uma revisão taxonômica. A nomenclatura científica atual é Monteverdia truncata. A família Celastraceae agrupa plantas com características semelhantes.
2.3. Nomes Populares da Espinheira-santa
Popularmente conhecida como espinheira-santa, espinheira-divina, maiteno, salvavidas, sombra-de-touro, erva-cancerosa. Também conhecida como cancerosa, cancorosa, espinheira-divina, espinheira-de-deus.
Outras denominações incluem "congorça", "espinho-de-deus" e "erva-santa". Salva-vidas, sombra-de-touro, erva-cancrosa completam nomenclatura popular. A diversidade de nomes reflete ampla distribuição geográfica.
3. Origem e Distribuição da Espinheira-santa
3.1. Regiões Geográficas Onde é Encontrada
No Brasil, a espécie Maytenus ilicifolia é encontrada predominantemente na Região Sul. No Brasil é comum nas matas dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e sul do Mato Grosso.
Fora de nosso país é encontrada no nordeste da Argentina, norte do Uruguai, Paraguai e na Bolívia. Originária da América do Sul, a espinheira-santa se desenvolve em três biomas: no Cerrado, na Mata Atlântica e, principalmente, no Pampa.
3.2. Tipos de Habitat
Árvore pequena, ramificada desde a base, medindo até cerca de cinco metros de altura, com distribuição nos estados do sul do país, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. A espécie prefere solos úmidos e bem drenados.
Ocorrendo em florestas ombrófila mista, floresta estacional semidecidual e em porções mais elevadas da floresta. A planta adapta-se a diferentes condições climáticas. Altitude varia entre 200 a 1500 metros.
4. Características Botânicas da Espinheira-santa
4.1. Hábito de Crescimento da Espinheira-santa
Maytenus ilicifolia é uma planta arbórea, arbustiva ou subarbustiva, nativa da mata atlântica, podendo atingir até 10 m de altura. O crescimento lento caracteriza a espécie. Árvore de pequeno porte (atinge 5m de altura), ereta.
A ramificação inicia-se desde a base do tronco. O formato da copa é arredondado e denso. A longevidade pode ultrapassar 50 anos.
4.2. Tronco
Com casca lisa, o tronco apresenta coloração acinzentada. O diâmetro varia entre 15 a 30 centímetros. A textura da casca é uniforme e sem fissuras.
O lenho interno é amarelado e compacto. A madeira apresenta densidade moderada. A estrutura interna contém canais resiníferos discretos.
4.3. Folhas
Apresentando folhas pequenas, lisas, esverdeadas e espinescentes (com espinhos). O comprimento varia entre 2 a 5 centímetros. A largura oscila entre 1 a 3 centímetros.
A margem foliar é denteada com espinhos característicos. A coloração verde-escura mantém-se durante todo ano. A disposição no ramo é alternada e espiralada.
4.4. Flores
Suas flores são brancas e pequenas, medindo aproximadamente 3 milímetros. Apresenta um ciclo reprodutivo com floração, que ocorre no início da primavera. A inflorescência forma pequenos grupos axilares.
A floração ocorre entre setembro e novembro. As flores são unissexuais ou hermafroditas. A polinização é realizada principalmente por insetos.
4.5. Frutos
Os seus frutos são pequenos e vermelhos. Em janeiro ocorre a produção de frutos. O formato é globoso com diâmetro de 6 milímetros.
A coloração vermelha indica maturidade completa. Cada fruto contém 2 a 4 sementes. Que são consumidos pela fauna local.
4.6. Sementes
As sementes medem aproximadamente 3 milímetros de comprimento. A coloração é marrom-escura brilhante. O formato é oblongo e ligeiramente achatado.
A germinação ocorre após 30 a 60 dias. A viabilidade mantém-se por até 12 meses. O arilo vermelho atrai dispersores naturais.
4.7. Raízes
O sistema radicular é pivotante e bem desenvolvido. A profundidade alcança 2 metros em solos adequados. Raízes secundárias espalham-se horizontalmente.
A associação com micorrizas beneficia absorção de nutrientes. A estrutura radicular tolera encharcamento temporário. A regeneração após danos é lenta.
5. Composição Química da Espinheira-santa
5.1. Principais Compostos Químicos da Espinheira-santa
Alcalóides: maitansina, maitanprina, maitanbutina e cafeína; terpenos: maitenina, tingenona, isotenginona III. Terpenos (maitenina); triterpenos (friedelina e friedelinol); taninos (catequinas) e trações de sais minerais.
Congorosina A e B, pristimerina, celastrol, ácido maitenóico, friedelina friedelan-3-ol, maitenoquinona, β e δ-amirina. A concentração varia conforme época de coleta.
5.2. Propriedades Medicinais ou Tóxicas da Espinheira-santa
Que têm propriedades antioxidantes, cicatrizantes e protetoras gástricas. São descritos ações tais como anti-inflamatórias e digestivas. Os compostos bioativos demonstram baixa toxicidade.
A atividade gastroprotetora é cientificamente comprovada. Propriedades antimicrobianas combatem Helicobacter pylori. O uso prolongado requer supervisão médica.
6. Variedades de Espinheira-santa
6.1. Diferentes Variedades ou Subespécies
Maytenus ilicifolia e M. aquifolium (espinheira-santa) são espécies medicinais nativas do Brasil. As outras espécies do gênero Maytenus, como M. aquifolium e M. robusta, têm distribuição mais ampla.
Existem variações morfológicas dentro da espécie. Populações geograficamente isoladas apresentam diferenças. O melhoramento genético desenvolve cultivares específicos.
6.2. Características Específicas de Cada Variedade
M. aquifolium possui folhas maiores e menos espinescentes. M. robusta apresenta porte mais elevado. M. ilicifolia concentra princípios ativos superiores.
Cada variedade adapta-se a condições ambientais específicas. As propriedades medicinais variam entre espécies. A identificação correta é fundamental.
7. Importância Ambiental da Espinheira-santa
7.1. Papel no Ecossistema
A espinheira-santa fornece alimento para fauna nativa. Os frutos sustentam diversas espécies de aves. A floração atrai polinizadores essenciais.
A cobertura vegetal protege solo contra erosão. As raízes estabilizam encostas e margens fluviais. A espécie contribui para biodiversidade regional.
7.2. Interações com Outras Espécies
Aves dispersam sementes através de longas distâncias. Insetos polinizadores beneficiam-se do néctar floral. Mamíferos pequenos consomem frutos maduros.
A associação com fungos micorrízicos melhora nutrição. Plantas epífitas ocasionalmente colonizam ramos maiores. A competição com espécies invasoras pode prejudicar.
8. Importância Econômica da Espinheira-santa
8.1. Usos Comerciais
A indústria farmacêutica utiliza extratos padronizados. Produtos fitoterápicos movimentam milhões anualmente. A cosmética incorpora propriedades antioxidantes.
O cultivo comercial abastece laboratórios nacionais. Exportações atendem mercados internacionais crescentes. A certificação orgânica agrega valor considerável.
8.2. Valor Econômico
O mercado de plantas medicinais valora espinheira-santa significativamente. Preços variam conforme qualidade e certificação. A demanda supera oferta sustentável.
Agricultores familiares desenvolvem sistemas produtivos. Cooperativas facilitam comercialização organizada. Investimentos em pesquisa aumentam competitividade.
9. Importância Cultural da Espinheira-santa
9.1. Uso em Tradições e Práticas Culturais
Comunidades tradicionais preservam conhecimentos ancestrais sobre uso medicinal. Benzedeiros e curandeiros prescrevem preparações caseiras. Rituais de cura incorporam a planta.
Famílias rurais mantêm exemplares próximos às residências. Tradições orais transmitem receitas através de gerações. Festivais regionais celebram plantas medicinais.
9.2. Significado Simbólico ou Religioso
A denominação "santa" reflete caráter sagrado atribuído. Algumas religiões consideram planta abençoada. Amuletos contendo folhas são utilizados.
Crenças populares atribuem poderes de proteção. Jardins medicinais incluem exemplares obrigatoriamente. O simbolismo relaciona saúde com espiritualidade.
10. Uso Culinário da Espinheira-santa
10.1. Partes da Planta Utilizadas na Culinária
As folhas constituem parte comestível principal. O consumo direto é limitado devido sabor amargo. Preparações culinárias incluem chás e infusões.
Os frutos são ocasionalmente utilizados em geleias. O uso culinário requer conhecimento específico. Dosagens excessivas podem causar desconforto.
10.2. Receitas Tradicionais
Chá medicinal representa preparação mais comum. Infusões combinam espinheira-santa com outras plantas. Tinturas alcoólicas preservam princípios ativos.
Xaropes caseiros tratam problemas digestivos. Decocções concentradas servem para uso tópico. Combinações fitoterápicas potencializam efeitos.
11. Uso Medicinal da Espinheira-santa
11.1. Propriedades Terapêuticas da Espinheira-santa
Sendo, por isso, popularmente utilizada como remédio caseiro para auxiliar no tratamento de úlcera. As propriedades gastroprotetoras são cientificamente comprovadas. Efeitos anti-inflamatórios beneficiam sistema digestivo.
A cicatrização de úlceras gástricas é acelerada. Propriedades antimicrobianas combatem infecções. A atividade antioxidante protege células.
11.2. Aplicações na Medicina Tradicional e Moderna
A medicina tradicional prescreve para gastrite e dispepsia. Tratamentos modernos utilizam extratos padronizados. Protocolos clínicos estabelecem dosagens seguras.
Pesquisas investigam aplicações em oncologia. Estudos avaliam efeitos hepatoprotetores. A fitoterapia integra espinheira-santa em formulações.
11.3. Efeitos Colaterais e Precauções
Doses excessivas podem causar náuseas e diarreia. Gestantes e lactantes devem evitar uso. Interações medicamentosas requerem supervisão médica.
Pacientes com hipotensão necessitam monitoramento. Alergias são raras mas possíveis. O uso prolongado requer avaliação periódica.
12. Produtos à Base de Espinheira-santa
12.1. Produtos Comerciais Derivados da Planta
Cápsulas de extrato seco são amplamente comercializadas. Tinturas líquidas preservam compostos ativos. Chás industrializados facilitam consumo.
Cosméticos anti-idade incorporam extratos antioxidantes. Produtos veterinários utilizam propriedades cicatrizantes. Suplementos alimentares combinam múltiplas plantas.
12.2. Processos de Fabricação
A extração utiliza solventes apropriados para cada composto. A secagem preserva princípios ativos termossensíveis. O controle de qualidade assegura potência.
A padronização define concentrações específicas. Processos industriais seguem boas práticas. A rastreabilidade garante origem sustentável.
13. Cultivo da Espinheira-santa
13.1. Clima e Temperatura
Temperaturas entre 18°C e 25°C favorecem desenvolvimento. A umidade relativa ideal varia entre 60% a 80%. Geadas podem prejudicar plantas jovens.
O clima subtropical é mais adequado. Variações térmicas moderadas são toleradas. Períodos secos prolongados prejudicam crescimento.
13.2. Solo
Solos bem drenados com pH entre 5,5 e 6,8 são ideais. A matéria orgânica melhora estrutura e fertilidade. Encharcamento causa apodrecimento radicular.
Texturas franco-arenosas facilitam desenvolvimento. A profundidade mínima é 60 centímetros. Correções de pH podem ser necessárias.
13.3. Plantio
A espécie pode ser cultivada por plantio direto ou mudas. A época ideal situa-se no outono-inverno. O espaçamento varia entre 2 a 3 metros.
A profundidade do plantio deve respeitar nível original. Covas de 60x60x60cm são adequadas. A adubação orgânica beneficia estabelecimento.
13.4. Irrigação
Irrigações regulares durante estabelecimento são essenciais. O sistema de gotejamento é mais eficiente. Evitar encharcamento do solo.
Plantas estabelecidas toleram períodos secos. A suspensão gradual estimula enraizamento. Monitorar sinais de estresse hídrico.
13.5. Adubação
Adubação orgânica fornece nutrientes gradualmente. NPK 10-10-10 pode ser aplicado moderadamente. Micronutrientes como zinco são importantes.
Análises de solo orientam correções específicas. Adubação foliar complementa nutrição. Evitar excesso de nitrogênio.
13.6. Espaçamento
O espaçamento de 2x3 metros permite desenvolvimento adequado. Plantios mais adensados competem por recursos. Facilita tratos culturais e colheita.
Sistemas agroflorestais permitem espaçamentos maiores. Considerar porte final da planta. Planejamento permite mecanização parcial.
13.7. Controle de Pragas
Pulgões podem atacar brotações novas. Cochonilhas ocasionalmente infestam ramos. Tratamentos biológicos são preferenciais.
Inseticidas naturais controlam infestações leves. Monitoramento regular identifica problemas precocemente. Manejo integrado reduz aplicações químicas.
13.8. Poda
Podas de formação orientam crescimento inicial. Remoção de ramos secos melhora sanidade. Podas severas podem comprometer floração.
A época ideal é após frutificação. Ferramentas devem estar desinfetadas. Cortes limpos cicatrizam mais rapidamente.
13.9. Colheita
A colheita de folhas ocorre durante todo ano. Período matutino concentra maior teor de ativos. Evitar coleta em dias chuvosos.
Folhas maduras apresentam maior concentração. Secagem imediata preserva qualidade. Armazenamento adequado mantém propriedades.
13.10. Condições Locais
Regiões sul e sudeste apresentam melhores condições. Altitudes moderadas favorecem desenvolvimento. Considerar microclima local.
Proteção contra ventos fortes é recomendada. Proximidade de cursos d'água beneficia. Evitar áreas sujeitas a geadas frequentes.
14. Curiosidades Sobre a Espinheira-santa
A planta pode viver mais de 50 anos. Folhas espinescentes protegem contra herbívoros. Uma árvore adulta produz até 10kg de folhas anualmente.
Índios guaranis utilizavam para problemas estomacais. A primeira descrição científica data de 1861. Pesquisas modernas confirmam sabedoria ancestral.
15. Considerações Finais
15.1. Resumo dos Pontos Principais
A espinheira-santa representa patrimônio medicinal brasileiro inestimável. Suas propriedades gastroprotetoras são cientificamente comprovadas. O cultivo sustentável garante preservação da espécie.
A importância econômica cresce constantemente no mercado. Aplicações tradicionais encontram validação científica moderna. A biodiversidade brasileira oferece tesouros únicos.
15.2. Importância da Planta para a Ciência e a Sociedade
Pesquisas revelam novos compostos bioativos continuamente. A medicina integrativa valoriza conhecimentos tradicionais. Conservação ex-situ preserva variabilidade genética.
A sustentabilidade garante acesso às futuras gerações. Programas de melhoramento desenvolvem variedades superiores. A ciência confirma sabedoria popular ancestral.
16. Fontes
- UFSC Horto Didático. (2024). Espinheira-santa. Disponível em: https://hortodidatico.ufsc.br/espinheira-santa/
- Wikipedia. (2023). Espinheira-santa. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Espinheira-santa
- Tua Saúde. (2024). Espinheira-santa: para que serve e como fazer o chá. Disponível em: https://www.tuasaude.com/espinheira-santa/
- FITOCODIGO. (2021). Espinheira-santa - Maytenus ilicifolia. Disponível em: https://fitocodigo.wixsite.com/meusite/post/espinheira-santa-maytenus-ilicifolia-mart-ex-reissek
- Consulta Remédios. (2024). Maytenus ilicifolia: bula, para que serve e como usar. Disponível em: https://consultaremedios.com.br/maytenus-ilicifolia/bula
- Apremavi. (2024). Espinheira-santa, um espinho que cura. Disponível em: https://apremavi.org.br/espinheira-santa-um-espinho-que-cura/
- PPMAC. (2024). Espinheira-santa. Disponível em: https://www.ppmac.org/content/espinheira-santa
- UPF. (2024). Espinheira-santa ou cancorosa (Maytenus muelleri Schwacke). Disponível em: https://www.upf.br/muzar/noticia/espinheira-santa-ou-cancorosa-maytenus-muelleri-schwacke
Por favor tirem minha dúvida, temos a planta com os frutos e as flores são iguais, mais a folha não tem espinhos como a espinheira santa que está na foto de vcs, obrigada
ResponderExcluirPor favor tirem minha dúvida, temos a planta com os frutos e as flores são iguais, mais a folha não tem espinhos como a espinheira santa que está na foto de vcs, obrigada
ResponderExcluirExcelente essa informação. Pinheira-santa. Tem até uma praia, também, com esse nome em Sta. Catarina.
ResponderExcluirDigno de espanto, se bem que vulgaríssimo, e tão doloroso quanto impressionante, é ver milhões de homens a servir, miseravelmente curvados ao peso do jugo, esmagados não por uma força muito grande, hercúlea, mas aparentemente dominados e encantados apenas pelo nome de um só homem [mula] cujo poder não deveria assustá-los, visto que é um só (mula –, o vigarista aPedeuTa). O PT é cafona. O que é sustentável para o Brasil: educação de alto nível. O PT é cafona. Alta cultura PT odeia.
Informar nos para sairmos da falta de beleza e saúde.