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terça-feira, 26 de novembro de 2013

A natureza vista bem de perto!

Imagens microscopia eletrônica de pólens, sementes e frutos de diversas plantas.


Rob Kesseler  revela um mundo oculto que está além do alcance do olho humano. O artista é fascinado pela ciência da macrofotografia e utilizando técnicas especiais consegue imagens impressionantes revelando estruturas complexas e ao mesmo tempo frágeis utilizando amostras de plantas, pólen, sementes, frutos e folhas. As amostras originais são cobertas por uma fina camada de ouro e fotografadas em microscópio eletrônico de varredura. Para atingir aspecto mais próximo possível das plantas originais, Rob emprega cores às imagens e as torna mais atraentes e incríveis.

Bulbostylis hispidula.


Calotis breviradiata.


Cardiospermum sp.


Castilleja flava.


Centaurea sp.


Commelinaceae.


Hackelia sp.


Semente de Hippocrepis unisiliquosa


Semente de Krameri erecta


Rubus phoenicolasius


Scutellaria galericulata


Fonte: http://diariodebiologia.com/





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Garra rufa, o peixe-médico!

Esta espécie de peixe é endêmica das bacias hidrográficas das áreas setentrionais e centrais do Oriente Médio, podendo também ser encontrado em rios e lagoas da Turquia e do norte da Síria. 
Nestes locais, as pessoas utilizam o a fome insaciável deste peixinho em favor da medicina. Isso mesmo! Em contato com seres humanos, o Garra rufa, se alimenta de células mortas, mordiscando levemente a pele amolecida pela água.
Na Turquia, foi criada uma piscina ao ar livre com peixes que se alimentam da pele de doentes com psoríase. O peixe consome apenas a pele morta ou afetada pela doença, deixando a pele saudável crescer normalmente. 
Ainda que este tratamento não cure a doença, apenas aliviando temporariamente os sintomas, os doentes repetem periodicamente os tratamentos e muitos utilizam apenas os peixes como meio de controlar a doença.
Antes x Depois
Na estética, são conhecidos como peixes-pedicure. Seguindo o mesmo princípio, centros de beleza espalhados por todo mundo, tem utilizado o G. rufa como uma das técnicas para limpeza dos pés. Segundo os adeptos da técnica, o trabalho destes peixes é mais higiênico do que o realizado pelos profissionais que utilizam instrumentais. 
Os peixes, em cardume, mordiscam os pés dos clientes (que sentem apenas um ligeiro formigamento indolor), removendo as células mortas da pele, o que permite a sua esfoliação. Cada tratamento dura de 15 a 30 minutos e são feitas em banheiras contendo cerca de 100 peixes em média.
Para quem já está pensando em criar esses peixinhos, saiba que os Garra rufa podem ser criados em aquários domésticos, mas não é um peixe fácil de manter, principalmente para iniciantes em aquarismo. 
Para tratamento de doenças de pele, os indivíduos criados em aquários comuns não são os mais adequados, pois a tendência para se alimentarem de pele manifesta-se apenas em condições de alimentação escassa e irregular e por isso é necessário um cuidado especial.

Fonte: www.diariodebiologia.com.br

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Pitanga - Eugenia uniflora L.

A pitanga, fruto da pitangueira, pertence à família botânica das Myrtaceae. É uma planta frutífera nativa do Brasil, da Argentina e do Uruguai. O seu nome vem da palavra tupi "pyrang", que significa "vermelha". 
Já era apreciada pelos colonizadores que a cultivavam em suas residências, e de seus frutos produziam doces e sucos, além de utilizarem suas folhas na medicina popular. Apesar de sua origem tropical, seu cultivo já se encontra difundido por diversos países, podendo ser encontrada no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe e em alguns países asiáticos. No Brasil, a região nordeste é a única a explorar comercialmente esta fruta de alto potencial econômico.
A pitangueira frutifica de outubro a janeiro, e existe uma grande variação na coloração da fruta, indo do laranja, passando pelo vermelho, e chegando ao roxo, ou quase preto.
As folhas da pitangueira têm conhecidas atividades terapêuticas, tendo sido usadas no tratamento de diversas enfermidades, como febre, doenças estomacais, hipertensão, obesidade, reumatismo, bronquite e doenças cardiovasculares. Tem ação calmante, antiinflamatória, diurética, combate a obesidade e também possui atividade antioxidante. 
Os extratos da folha da pitangueira, assim como de outras espécies nativas, também apresentam atividade contraTrypanosoma congolense (doença do sono), e moderada atividade bactericida, sobre Staphylococcus aureous e Escherichia coli. Há uma variedade de compostos secundários, ou fitoquímicos, já identificados nas folhas da pitangueira, como flavonóides, terpenos, taninos, antraquinonas e óleos essenciais. No entanto, sobre a fruta da pitangueira existem poucos estudos, identificando somente algumas antocianinas e carotenóides.
Pesquisas mostram que o conteúdo de fitoquímicos é maior em pitangas maduras do que semi-maduras e estes compostos de uma maneira geral estão concentrados na película da fruta, ou seja, na casca, sendo encontrados em menores concentrações na polpa. Para a pitanga, isto não chega a ser um problema já que, geralmente, é consumida sem a retirada da fina casca que protege a polpa.
Muitos estudos demonstram que o consumo de frutas e hortaliças, principalmente as coloridas, trazem benefícios à saúde. No entanto, nenhum mostra a relação do consumo de pitangas e prevenção ou combate de doenças. Neste sentido, a Embrapa Clima Temperado está iniciando um projeto em que a pitanga será estudada quanto ao seu potencial na prevenção de câncer, uma doença crônica não-transmissível. Em trabalhos preliminares, extratos de pitanga de coloração alaranjada foram testados em algumas linhagens de células cancerígenas (câncer cólon-retal, câncer de pulmão, câncer renal, câncer de mama, câncer de ovário), demonstrando redução na proliferação e viabilidade celular.
Neste projeto será focado o câncer de cólon e serão feitos estudos desde a obtenção e estabilização do extrato, até a identificação dos compostos fitoquímicos e estudos em células cancerígenas de cólon e em animais modificados geneticamente para desenvolver o câncer de cólon. Este projeto conta ainda com a parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

Fonte: www.arvores-frutiferas.blogspot.com.br

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Algumas espécies de macaco em extinção!

De acordo com dados fornecidos pelo Ministério do Meio Ambiente em meados de 2008, o Brasil possui em torno de 620 espécies ameaçadas de extinção. Essa lista inclui mamíferos, répteis, anfíbios, aves, peixes e invertebrados. Devagar vamos mostrando esses animais, hoje vamos ver os macacos que estão em situação crítica no nosso país.

Alouatta guariba

A guariba-marrom-do-norte, também conhecido como bugio-marrom-do-norte, vive em fragmentos isolados da Mata Atlântica. O ministério aponta cinco motivos para o alto grau de ameaça do animal: intenso processo de destruição da floresta; desmatamento, sobretudo para a implantação de monoculturas exóticas, como o eucalipto; comércio ilegal como animais de estimação; caça ilegal e predatória (principalmente no passado) e incêndios florestais.

Saguinus bicolor


O sagui-de-duas-cores pode ser encontrado em uma região próximo de Manaus. É chamado também de sauim-de-coleira, sauim-de-Manaus, sauim-de-duas-cores e sauim. Chega a até 32 cm de comprimento, sem contar a cauda de até 42 cm. São animais diurnos – mais ativos pela manhã – e dormem em emaranhados de cipó, base de folhas de palmeira e, mais raramente, árvores ocas. O desmatamento e a fragmentação são as maiores ameaças.

Cebus xanthosternos


O macaco-prego-de-peito-amarelo, também conhecido como macaco-de-bando, coité, piticau, macaco-preto, macaco-mirim e macaco-verdadeiro se diferencia pelo peito amarelo e por tufos pequenos na parte anterior do braço e da cabeça. Vive em área fragmentadas de mata entre o norte de Minas Gerais e o rio São Francisco. Destruição de habitat, desmatamento e caça são as principais ameaças.

Leontopithecus caissara

O mico-leão-de-cara-preta, ou saguizinho, é um pequeno primata que geralmente vive em grupos com cinco indivíduos, normalmente um casal com filhotes. Tem distribuição muito restrita (uma pequena faixa de Mata Atlântica do extremo sul de São Paulo ao extremo norte do Paraná), com população pequena e fragmentada. Diversos fatores ameaçam a espécie, como o turismo desordenado, especulação imobiliária e multiplicação de empreendimentos agrícolas.

Leontopithecus chrysopygus


O mico-leão-preto tem apenas 600 g, mas é considerado um hábil predador, caçando aves e pequenos vertebrados. São conhecidas 10 populações, todas no Estado de São Paulo. É ameaçado principalmente pela destruição e alteração do habitat, desmatamento e outros problemas comuns a pequenas populações, como baixa variabilidade genética.

Brachyteles hypoxanthus


O muriqui, conhecido também como muriqui-do-norte, mono-carvoeiro, mono e miriqui, é encontrado na Mata Atlântica, principalmente na região Sudeste. São conhecidas 12 populações, sendo que nenhuma tem mais que 250 habitantes, a maior parte vive em áreas próximas do homem, o que aumenta o risco de transmissão de doenças. Tem baixa taxa reprodutiva e é ameaçado principalmente pela destruição do habitat.

Fonte: www.diariodebiologia.com.br

 

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