Lindos Pássaros Com As Mais Exuberantes e Coloridas Plumagens

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Um vídeo impressionante de diversos pássaros exibindo suas belíssimas plumagens coloridas está deixando os internautas boquiabertos! “Pássaros coloridos”, diz a legenda compartilhada junto com o clipe no Instagram. O vídeo, publicado há alguns dias, já recebeu mais de 100 milhões de visualizações, além de mais de 7 milhões de curtidas e milhares de comentários de internautas que ficaram impressionados com a beleza das aves. “Oh meu Deus, que beleza”, disse um usuário do Instagram. “Não há artista maior que Deus”, afirmou outro. “Mesmo com efeitos, são especiais”, comentou um terceiro internauta. “Criação divina é algo que esta além da nossa compreensão, tudo perfeito”, escreveu mais um. De acordo com o site Pet Helpful, a araracanga, também conhecida como arara-escarlate, é um dos pássaros mais coloridos do mundo. Nativa da América do Sul, essa arara de grande porte exibe cores vermelhas, amarelas e azuis muito proeminentes em suas plumagens. Fontes:  MSN | Hotmail, Notícias, Famosos,

Ata - Annona squamosa L.


Nomes populares: Anona, araticum, ata, cabeça-de-nego, condessa, coração-de-boi, pinha; sugar apple, custard apple e sweetsop (inglês); pomme cannelle (francês), annona (italiano); anona e chirimoya verrugosa (espanhol); gandhagatra e shubba (sánscrito); ramphal, sharifah e sitaphal (hindú).

Introdução


A ata pertence à família Annonaceae, gênero Annona, que inclui em torno de 120 gêneros e por volta de 2000 espécies. A espécie Annona squamosa produz frutos delicados, considerados dos melhores do gênero. A ata é também conhecida como pinha e fruta-do-conde no Brasil, anona blanca, sweetsop, anon, anona, rinon, atta del Brasil, srikaya, atis, etc.. 
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De acordo com Braga (1960), a ateira é uma planta americana, talvez originária das Antilhas e regiões circunvizinhas. As Anonáceas são fruteiras tipicamente de clima tropical, apresentam boas perspectivas econômicas para a região Nordeste do Brasil, por serem culturas altamente adaptadas às condições locais e produzirem frutos a partir do mês de janeiro, suprindo parte da capacidade ociosa da indústria de suco de caju. 

Apesar de não se dispor de dados estatísticos, é notória a demanda crescente, tanto no mercado interno, como no externo pelos frutos de Annona squamosa L. Esse incremento na procura motivou os fruticultores e empresários, e tem forçado a pesquisa a desenvolver métodos para que o produtor possa acompanhá-la, tanto na qualidade como na quantidade de frutos ofertados. O interesse por parte do consumidor e da indústria de polpa, já justifica a inclusão da pinha no rol das frutas tropicais brasileiras de excelente valor comercial (Alves et al., 1998).

Segundo dados do IBGE (2000), em 1996 o Nordeste participou com 87,27% da produção brasileira, dos quais 18% foram de Pernambuco, Estado que apresenta grande potencial para o cultivo de pinha sob irrigação. 



Características


Os dados relativos a caracterização da polpa da pinha madura, realizada na Embrapa Agroindústria Tropical. Segundo dados apresentados por Leal (1990), o peso da ata varia entre 210 e 265g, com as sementes representando entre 31 e 41%, a casca entre 23 e 40%, e a polpa entre 28 e 37%. O rendimento de polpa encontrado neste trabalho pode ser considerado mediano. Os frutos, considerando-se o comprimento e o diâmetro, apresentaram formato arredondado.

conteúdo de sólidos solúveis totais, muito elevado quando comparado com a maioria das frutas, e a baixa acidez total titulável 0,34% (ácido cítrico), indicam uma elevada relação SST/ATT, o que significa a forte predominância do sabor doce. 


Em trabalhos citados por Gomes (1987) são relatados teores semelhantes de sólidos solúveis - 24,82%, e acidez ainda mais baixa - 0,12%. Com relação ao conteúdo de açúcares solúveis totais, Leal (1990) observa que, após a água, o componente mais abundante na polpa de pinha são os carboidratos, que constituem entre 18,2 e 26,2%. Gomes (1987) cita um valor de 18,15% para os açúcares, sendo bem próximo ao encontrado aqui (19,23%). Deve-se destacar que aproximadamente 83% dos açúcares solúveis totais são constituídos por açúcares redutores. 

As análises bioquímicas revelaram uma elevada atividade das enzimas peroxidase e pectinametilesterase, associadas respectivamente ao escurecimento e ao amaciamento da polpa desta fruta. Apesar da excelente aceitação da ata para consumo fresco, no final da maturação os frutos ainda têm teores de amido (0,87%) e de pectina total (0,66%) relativamente altos, o que pode trazer algumas dificuldades durante o processamento e a estabilização de sucos.

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Utilização


As frutas são geralmente consumidas in natura, porém podem ser processadas na forma de sucos, doces e sorvetes. Pode-se fazer uma excelente bebida quando associase a polpa de pinha com leite. De acordo com Leal (1990) a polpa é usada também para sorvetes, ou na fabricação de bebidas fermentadas. O chá feito das folhas serve como laxante, e há registro na literatura do uso das sementes com propriedades inseticidas. 

Cultivo


 Plantio: o ano todo, dependendo da possibilidade de irrigação e da região; prefira os meses chuvosos.

• O solo para o cultivo da fruta-do-conde deve ser de textura leve, bem drenado, farto em matéria orgânica, profundo e um pouco ácido. No mínimo 30 dias antes do plantio, abra covas de 60 x 60 x 60 centímetros, com espaçamentos que podem variar de 4 x 2 metros (pomares com alto grau de tecnificação) a 7 x 5 metros (plantios menos tecnificados). Adube com 20 litros de esterco de curral curtido, 600 gramas de superfosfato triplo, 200 gramas de cloreto de potássio e 200 gramas de calcário dolomítico. Acrescente ainda dez gramas de bórax e 20 gramas de sulfato de zinco, caso esses micronutrientes sejam insuficientes no solo.

 Clima: quente; não tolera geadas nem temperaturas baixas

 Para plantar, dê preferência a mudas enxertadas adquiridas de viveiristas credenciados, que tenham matrizes de seleções superiores. Pomares formados por sementes, além de serem heterogêneos e demorarem mais para produzir, são mais vulneráveis ao ataque de pragas e doenças de raízes e de colo. Durante o crescimento das árvores, faça podas e também uma suplementação de nutrientes (NPK).

• O desenvolvimento da planta vai bem sob temperaturas elevadas (mínimo de dez a 20 graus e máxima de 22 a 28 graus), com precipitação perto de mil milímetros ao ano. Para garantir a produção, evite regiões com excesso de chuvas no período de florescimento e maturação dos frutos. Também geadas e grandes oscilações do clima são prejudiciais à cultura. A árvore é alvo de invasores como brocas, ácaros e cochonilhas.


• Colheita: duração de 90 a 180 dias, de acordo com a região e condições climáticas.

Uso medicinal


Rica em vitamina C e do complexo B, proteínas, carboidratos, cálcio, fósforo e ferro; na medicina popular, as folhas são usadas para o tratamento de convulsões e colites, e os frutos, para debilidade geral.

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Fontes


ALVES, R.E.; FILGUEIRAS, H.A.C.; MOSCA, J.L. Colheita e pós-colheita de Anonáceas. In: SÃO JOSÉ, A.R.; SOUZA, I.V.B.; MORAIS, O.M.M.; REBOUÇAS, T.N.H. Anonáceas - Produção e mercado (Pinha, graviola, atemóia e cherimólia). Vitória da Conquista: DFZ/UESB, 1997. p.240-256.

BRAGA, R. Plantas do Nordeste, especialmente do Ceará. 2a ed. Fortaleza: Imprensa Oficial. 274p. 1960.

GOMES, P. Fruticultura Brasileira. 11ed. São Paulo: Nobel, 1987. 446p.

IBGE. Levantamento sistemático da produção agrícola. http://www.ibge.gov.br.

LEAL, F. Sugar apple. In: NAGY, S., SHAW, P. E., WARDOWSKI, W.F. Fruits of tropical and subtropical origin. Composition, properties and uses. Lake Alfred: FSS, 1990. p. 149-158.



www.embrapa.com.br










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