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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Biófitas: as menores plantas do mundo.

Por: Rafael Vitorino De Oliveira no http://parquedaciencia.blogspot.com.br


Figura 01 – Briófitas. Fonte: http://www.brasilescola.com

INTRODUÇÃO AS BRIÓFITAS

Briófitas (do grego bryon: “musgo”' e phyton: “planta”) são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. Pertencem ao reino Plantae e, desta forma, são eucariontes, fotossintetizantes e multicelulares. Estes organismos não possuem vasos condutores de seiva, nem estruturas rígidas de sustentação, justificando seu pequeno porte. Assim, o transporte de substâncias se dá por difusão e ocorre de forma lenta, de célula para célula.
São encontradas predominantemente em ambientes úmidos, porém podem ser vistas em água doce, em locais extremamente secos ou mesmo nos polos da Terra, habitando o interior de rochas. Estão divididas em três grupos: Musgos, hepáticas e antóceros, sendo os indivíduos do primeiro grupo os mais conhecidos por nós.
Podem viver sobre troncos e ramos de árvores, folhas, troncos em decomposição, solo ou rochas. Toleram facilmente condições ambientais extremas e por isso estão amplamente distribuídas no mundo, ocorrendo assim nos mais variados ecossistemas, e numa grande quantidade de habitat’s.

Segundo Gradsteinet al. (2001), as briófitas já existiam no Paleozoico, ha cerca de 300 milhões de anos, pertencendo as mais antigas linhagens de plantas terrestres, com formas próximas as atuais. Gradsteinet al. (2001) e Shaw &Goffinet (2000) afirmam que são o segundo maior grupo de plantas terrestres, com cerca de 18.000 espécies, sendo cerca de 100 espécies de antóceros, 5.000 de hepáticas e 13.000 de musgos. A maior diversidade encontra-se na região neotropical (América Central, incluindo a parte sul do México e da península da Baja California, o sul da Flórida, todas as ilhas do Caribe e a América do Sul.), com cerca de 4.000 espécies.

ESTRUTURA DAS BRIÓFITAS

Estas plantas não possuem raiz, caule e folha, sendo que encontramos nelas estruturas semelhantes a estas: rizóides, caulóides e filoides. Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes.
Devido a ausência de vasos condutores de nutrientes, a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas.

Figura 02 – Estruturas de uma Briófita. Fonte: http://www.brasilescola.com

A parte permanente das briófitas é o gametófito (n). O esporófito (2n) depende deste último para sua nutrição, e não perdura por muito tempo.

REPRODUÇÃO DAS BRIÓFITAS

Para explicar como as briófitas se reproduzem, tomaremos como modelo o musgo mimoso. Observe o esquema abaixo:

Figura 03 – Ciclo de vida das briófitas, Fonte: http://www.sobiologia.com.br

Os musgos verdes que vemos num solo úmido, por exemplo, são plantas sexuadas que representam a fase chamada gametófito, isto é, a fase produtora de gametas. Nas briófitas, os gametófitos em geral têm sexos separados. Em certas épocas, os gametófitos produzem uma pequena estrutura, geralmente na região apical – onde terminam os filoides. É neste local que os gametas são produzidos. Os gametófitos masculinos produzem gametas móveis, com flagelos: os anterozoides. Já os gametófitos femininos produzem gametas imóveis, chamados oosferas. Uma vez produzidos na planta masculina, os anterozoides podem ser levados até uma planta feminina com pingos de água que caem após uma precipitação.
Na planta feminina, os anterozoides nadam em direção à oosfera; da união entre um anterozoide e uma oosfera surge o zigoto, que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. Em seguida, o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito, isto é, a fase produtora de esporos.
No esporófito possui uma haste e uma cápsula. No interior da cápsula formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode se desenvolver e originar um novo musgo verde – a fase sexuada chamada gametófito. 
 
Como você pode perceber, as briófitas dependem da água para a reprodução, pois os anterozoides precisam dela para se deslocar e alcançar a oosfera.

O musgo verde, clorofilado, constitui, como vimos, a fase denominada gametófito, considerada duradoura porque o musgo se mantém vivo após a produção de gametas. Já a fase denominada esporófito não tem clorofila; ela é nutrida pela planta feminina sobre a qual cresce. O esporófito é considerado uma fase passageira porque morre logo após produzir esporos. 
 

REFERÊNCIAS

Kaufman, J. S., "How Inconsistencies in Racial Classification Demystify The Race Construct in Public Health Statistics". Em: Epidemiology, 10:108-11, 1999.

Gates, H. L., "The Science of Racism". Acesso em: 2014. Disponível em: www.theroot.com/id/46680/output/print
Revista Espaço Acadêmico. Acesso em: 2014. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/060/60carvalho.htm
 




 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Gilbardeira - Ruscus aculeatus


Ruscus aculeatus L. é uma espécie de fanerógama arbustiva, perenifólia, pertencente à família das asparagáceas, conhecida pelo nome comum de gilbardeira. A presença de cladódios rígidos terminados num acúleo dão às ramagens da planta um carácter rígido e áspero, o que levou a que tradicionalmente fosse utilizada na confecção de vassouras para limpezas exteriores. A espécie é considerada como sendo uma planta medicinal.

DIVISÃO:
Magnoliophyta
CLASSE:
Liliopsida
FAMÍLIA:Asparagaceae
GÊNERO:
Ruscus
ESPÉCIE:
R. aculeatus

Descrição

Ruscus aculeatus é uma planta perenifólia arbustiva, com 30–80 cm de altura, de cor verde-escuro, com rizomas subterrâneos, caracterizada pela presença de caules florais achatados, formando cladódios com a aparência de folhas endurecidas e terminadas num espinho. Os caules florais são masculinos ou femininos, em ambos os casos apresentando dois tipos de caules: os normais, lisos e arredondados; e  os modificados, com cladódios em forma de falsas folhas, de forma ovo-lanceolada de 2 a 3 cm de comprimento e terminando numa ponta rígida e perfurante.

As verdadeiras folhas estão ausentes nas plantas adultas, reduzidas ao espinho no ápice do cladódio. As estruturas rígidas com forma de folhas lanceoladas são na realidade caules modificados (os cladódios), já que as folhas são muito pequenas, em forma de escama, e normalmente passam despercebidas, aparecendo nas axilas e tendo apenas entre 3 e 4 mm de comprimento. Toda a superfície da planta faz fotossíntese, com excepção das folhas verdadeiras que se desprendem rapidamente.

As flores são pequenas, monóicas, com o sexo do ramo em que se instalam, de cor amarelo-esverdeada ou violácea, surgindo isoladas na parte central dos cladódios. Cada flor tem seis tépalas em dois verticilos, sendo que as flores femininas são tricarpelares, com ovário súpero, enquanto as masculinas têm três estames soldados pelos filamentos. A polinização é feita por insectos (entomogamia). Floresce no inverno e na primavera.


No outono e inverno, as plantas femininas produzem bagas vermelhas, com 10 a 12 mm de diâmetro, com duas sementes, as quais se destacam sobre o verde escuro da planta. As sementes são dispersas pelos dejectos das aves que comem os frutos (endozoocoria).

A planta também se reproduz pela via vegetativa através dos rizomas.

Ruscus aculeatus ocorre nas margens de florestas, em sebes e em margens de terrenos, sendo tolerante em relação ao ensombramento.

Utilização em medicina tradicional


Ruscus aculeatus é utilizada em várias formas em medicina tradicional e ervanária, sendo utilizada para melhorar a circulação sanguínea para o cérebro, pernas e mãos. É igualmente utilizada para aliviar a obstipação, reduzir a retenção de água e melhorar a circulação, nomeadamente no tratamento de veias varicosas e no redução de hemorróidas. Foi aprovada pela Kommission E da Alemanha e incluída nas instruções para o tratamento de hemorróides.

Um estudo publicado em 1999 sugere que R. aculeatus pode ser utilizada para reduzir os sintomas da hipotensão postural sem aumentar a tensão arterial na posição supina. A explicação para esse efeito parece incluir a estimulação dos adrenoreceptores venosos alfa-1 e alfa-2 e o decréscimo da permeabilidade capilar.




Taxonomia

A espécie Ruscus aculeatus foi descrita por Lineu e publicada na Species Plantarum 2: 1041, no ano de 1753.

Número de cromossomas de Ruscus aculeatus (Asparagaceae) e seus taxa infraespecíficos é 2n=40 ou n=18; 2n=36.


Sinonímia

    Ruscus parasiticus Gueldenst. (1787).
    Ruscus aculeatus var. angustifolius Boiss. (1882).
    Ruscus ponticus Woronow (1916).
    Ruscus aculeatus f. pumilus Druce (1931).
    Ruscus laxus Sm. 1797
    Ruscus flexuosus Mill. 1768
    Ruscus aculeatus subsp. laxus (Sm.) K.Richt. 1890
    Oxymyrsine pungens Bubani

Conheça os benefícios do chá de gilbardeira 


A gilbardeira é conhecida por ser utilizada como ornamento em festas natalinas como um símbolo de prosperidade. Em alguns lugares do mundo, as pessoas consomem os seus brotos quando ainda estão jovens, o sabor lembra o do aspargo, embora os brotos sejam mais amargos. A planta possui frutinhas vermelhas, semelhantes a cerejas, estas, porem, não devem ser consumidas pois são muito tóxicas e podem causar diarreia.


Benefícios da planta para a saúde

A ruscus aculeatus pode ser utilizada de várias maneiras e para vários motivos, sendo os principais ajudar no tratamento de doenças venosas como varizes, hemorroidas, dores e coceiras decorrentes de má circulação, inchaços e cãibras, reforçando as paredes das veias e aumentando a sua resistência e elasticidade.

Não só para tratar, mas a planta também é utilizada para melhorar a circulação sanguínea para os órgãos sendo os principais cérebro, rins e fígado e membros do corpo como braços e pernas. Suas propriedades também permitem que a planta seja utilizada para tratar de prisões de ventre além de possuir substancias anti-inflamatórias e ser um bom diurético, o que faz o corpo não reter mais água e elimina várias substancias tóxicas do corpo humano.
Conheça os benefícios do chá de gilbardeira e trate doenças

Como utilizar a planta


A parte da planta mais utilizada para se fazer remédios naturais são as suas raízes, e os medicamentos podem ser utilizados tanto via interna como externa. Existem alguns cremes e supositórios que possuem a gilbardeira como ingrediente principal, ela também pode ser ingerida por cápsulas que são encontradas em lojas de produtos naturais, mas a planta é geralmente mais utilizada em forma de chá, seja para beber ou para ser aplicado em forma de compressas.
 


Chá de gilbardeira

-2 colheres de sobremesa da raiz da gilbardeira triturada
-600ml de água
-Açúcar, adoçante ou mel para adoçar (opcional)

Coloque a água em um recipiente no fogo, assim que começar a fervura desligue o fogo. Coloque a raiz de gilbardeira triturada dentro da água, tampe a panela e deixe descansar por aproximadamente cinco minutos. É recomendável o consumo de duas xícaras do chá por dia.


Precauções


Apesar de ser um remédio natural e ser bastante seguro, não é recomendável que seja usado por pessoas com pressão alta, gestantes, lactantes e crianças menores de 12 anos.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruscus_aculeatus
https://www.chabeneficios.com.br








sexta-feira, 23 de junho de 2017

As 10 Plantas Carnívoras Mais Exóticas e Curiosas do Mundo

Plantas Carnívoras
As plantas carnívoras são seres que habitam de forma assustadora muito do imaginário das pessoas, desde a infância até a vida adulta. Grande parte desse conceito vem de filmes, desenhos animados ou games, que as retratam como verdadeiras “assassinas devoradoras de carne”.

Na realidade, elas não são cruéis e amedrontadoras como se vê em algumas produções televisivas, e algumas chegam até a ser bonitas e atrativas para decoração. De fato, a maioria dessas plantas chamadas carnívoras come insetos, exceto algumas,  como uma nova espécie que apresentamos aqui recentemente e que também pode capturar pequenos roedores e aracnídeos. Outra planta que mostramos aqui pode ser um pouco mais assustadora na medida em que se alimenta de ovelhas inteiras
.
De qualquer forma, tirando a imagem aterrorizante que algumas pessoas têm sobre essas espécies, elas podem demonstrar características bem interessantes. Por isso, nós trazemos uma lista de seis dessas variedades de plantas carnívoras e algumas curiosidades sobre elas.

1. Darlingtonia californica

Captura insetos por meio de um buraco no qual eles entram e são envolvidos em uma secreção viscosa imobilizadora. Também é conhecida como planta-cobra.

2. Nephentes rajah

São da mesma família da planta recentemente encontrada nas Filipinas e que mencionamos no início. Originárias da ilha de Bornéu, também se alimentam de insetos e, para tanto, utilizam um jarro anexo às suas folhas. Estão entre as maiores espécies de plantas carnívoras conhecidas e, em casos mais raros, podem atingir até meio metro de altura.

3. Drosera spatulata

Com movimentos lentos, essa planta captura suas presas por meio de tentáculos presentes nas folhas. Para segurar as presas, ela libera um líquido pegajoso produzido pelos tentáculos.

4. Drosophyllum lusitanicum

Único exemplar da família Drosophyllaceae, essa planta tem como característica a capacidade de capturar vários insetos ao mesmo tempo por meio de seus pelos. É originária da região norte do Marrocos, da Espanha e de Portugal.

5. Dionaea muscipula

Mesmo com seu tamanho pequeno em relação a outras espécies (chega no máximo a 10 cm de altura), é extremamente eficiente e ágil na captura de insetos. Com a rara característica de conseguir realizar movimentos, leva 0,3 segundo para abocanhar as presas. Além de invertebrados, pequenos sapinhos e lagartixas também podem cair na emboscada preparada por esta espécie.

6. Sarracenia

Possuem 15 espécies classificadas em três gêneros de plantas carnívoras: Darlingtonia e Sarracenia com origem na América do Norte e Heliamphora nativas da América do Sul.



As plantas são coloridas e exalam um cheiro provenientes de seu néctar que atrai os insetos. Depois que estes entram em suas folhas com formato tubular são aprisionados e digeridos na água e enzimas digestivas ali acumuladas. Os insetos funcionam como um suplemento nutricional visto que os solos onde geralmente elas crescem são pobres em nutrientes.

7. Genlisea

Geralmente conhecida como planta saca-rolhas é composta por 21 espécies que crescem , geralmente em terreno úmido ou semi aquáticos, sendo encontradas na África, América Central e do Sul.


Possuem pequenas flores amarelas que são utilizadas como armadilhas para captura de suas presas. Fazendo as entrar e impedindo as vitimas de saírem devido aos pelos em forma de espiral. Essas plantas possuem dois tipos diferentes de folhas. As acima dos solo e outras no subsolo com o intuito de prender e digerir organismos como protozoários e pequenos insetos. Essas folhas sob a terra são ocos e tem uma forma em espiral para a frente e com a ajuda do fluxo de água constante , micróbios podem entrar mas não conseguem sair sendo digeridos e absorvidos.

8. Utricularia

De acordo com a wikipédia possuem 618 espécies e são plantas aquáticas, vivendo em água doce ou solos úmidos presentes em quase todos os continentes.



Estas plantas possuem um curioso tipo de armadilhas, muito pequenas podendo variar de 0,2 a 1,2 mililitros. Podem capturar presas como pulgas da água e até pequenos girinos. As armadilhas tem pêlos que funcionam como gatilhos presas a um alçapão, quando os pelos são estimulados o alçapão se abre, suga o inseto e a água ao redor e fecha-se novamente em questão de 10 milionésimo de segundos.

9. Pingucula

Nativas da Europa, Ásia e Américas esta planta possui 77 espécies distintas utilizando armadilhas parecidas com o das droseras: possuem uma glândula para atrair , aprisionar e diferir os insetos através de substancias pegajosas.
Plantas Carnívoras


Suas folhas são suculentas e geralmente brilhantes que atraem a presa que por ali mesmo ficam presas e digeridas. Vivem em solos de conteúdo mineral pobre e retiram seus nutrientes dos insetos.

10. Dionaea muscipula

Também conhecidas como plantas roda de água, é uma fascinante planta sem raízes, vivendo na água. Ela se alimenta de pequenos vertebrados aquáticos.



Seu método de captura consiste em dois lóbulos cobertos de pêlos que, quando estimulados, fazem com que a armadilha se feche em apenas 10 milissegundos prendendo sua vitima como um dos mais rápidos movimentos de plantas existentes na natureza.
Fontes:
http://www.megacurioso.com.br
http://www.putsgrilo.com.br

terça-feira, 13 de junho de 2017

A natureza em miniatura

A beleza da natureza em miniatura. Trazemos hoje 7 estruturas bonitas feitas por animais pequeninos.

1 – Mega teia


A teia enorme, embora pareça ter sido construída por uma aranha mutante, é obra dos aracnídeos da espécie Caerostris darwini, nativos de Madagascar.

2 – Pirâmide de gravetos


Construída pela larva de uma mariposa da família Psychidae, a pirâmide vai “subindo” conforme o bichinho vai crescendo em seu interior.

3 – Barraca de folhas


A barraquinha acima também é obra do mesmo bichinho que constrói as pirâmides de gravetos.

4 – Cilindro de galhos


Mais uma vez, o mesmo arquiteto responsável pelas pirâmides e barracas — a mariposa da família Psychidae — surpreende com um cilindro de galhos. Deve ser preguiça de construir algo mais elaborado como os exemplos anteriores.

5 – Gaiola


Feita com as pilosidades de lagartas presas por meio de secreções, a gaiola da imagem é construída pelas mariposas do gênero Cyana.

6 – Barricada


A barricada acima, criada por uma lagarta, é feita de um material bem inusitado: cocô!

7 – Stonehenge de algodão doce


Assim como acontece com o Stonehenge da vida real, os cientistas ainda estão tentando descobrir quem é o arquiteto responsável pela surpreendente estrutura da imagem. Aparentemente, se trata de uma pequena aranha que parece feita de açúcar. Veja:




Fonte:
http://www.megacurioso.com.br
 

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