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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Temperos para se plantar em casa: Manjericão



Estamos começando hoje uma série que pretende mostrar coisas simples que a natureza nos oferece e que você pode ter em casa. Iremos começar pelos temperos. Então, com vocês o Manjericão.
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Lamiales
Família: Lamiaceae
Género: Ocimum
Espécie: O. basilicum


O manjericão (também chamado de alfavaca, alfavaca cheirosa ou basilicão) é uma planta perene que mede aproximadamente 60 cm de altura, sendo originária da Ásia e África. O manjericão é uma planta herbácea, aromática e medicinal, conhecida desde a antiguidade pelos indianos, gregos, egípcios e romanos. Ele é envolto de cultura espiritual e simbologismos, sendo, inclusive, considerado sagrada entre alguns povos hindus, por representar Tulasi, esposa do deus Vishnu. Está relacionado com sentimentos de ódio, amor e luto, mas com certeza é mais amplamente conhecido pelos seus poderes culinários.

É uma planta conhecida pelos seus galhos com muitas ramificações, com suas folhas postas, com um formato oval, e pela sua cor verde clara. O manjericão tem flores brancas e um pouco rosadas. Uma das características das suas flores é a sua disposição tipo espiga. As suas sementes são pequenas e pretas. É usual serem retiradas as suas primeiras florações para aumentar o número de folhas e o ciclo da planta.

Culinária:

O manjericão é usado, principalmente, em molhos para massas e carnes, e no tempero de omelete, frango e salada. O manjericão é uma erva altamente nutritiva. Ele fornece cerca de 20 calorias por 100 gramas de seu consumo. Contém óleos essenciais, fornece aroma calmante e benefícios à saúde. Ele é uma fonte de fibra dietética, de proteína e contém principalmente água. Várias vitaminas como a vitamina A, vitamina B, vitamina C, vitamina E e vitamina K podem ser encontradas na mesma. Manjericão é também uma boa fonte de minerais, como zinco, cálcio, manganês, magnésio, ferro e potássio.

Variedades:

Existem entre 50 e 150 espécies diferentes de manjericão. Nem todas são comestíveis, mas algumas dezenas disso tudo são muito apreciadas na culinária.




Manjericão Miúdo (1): Tem folhas bem pequenas e delicadas flores brancas. Um sabor suave e delicioso. Eu fiquei com a língua levemente dormente depois de comer algumas folhinhas cruas.

Manjericão Comum ou Manjericão alfavaca (2): É um dos tipos mais fáceis de encontrar aqui no Brasil. A folha tem uma espessura fina e o sabor é de média intensidade. Igualmente delicioso. Este e o italiano são os mais conhecidos para fazer um bom molho pesto.
Manjericão Thai Sweet (3): De origem tailandesa, esse manjericão é intenso, com característico sabor e odor de anis. Refrescante, folhas mais carnudas que o manjericão comum. Floresce relativamente cedo, lindas flores roxas com branco. Comprei as sementes no Rare Seeds e todas germinaram super bem no RS.

Manjericão roxo (4): Suave e com fraco aroma. Ótimo para usar na decoração de pratos, já que a tonalidade arroxeada dá uma graça extra
Manjericão italiano (5): Odor intenso, folhas de espessuras mais grossa que o comum e curvadas. Levemente amargo quando cru e com leve sabor de cravo.

Cultivo:



Clima: o clima preferencial do manjericão é o clima subtropical, que se caracteriza por ser quente e úmido, pois esta é uma planta sem resistência a geadas. Em regiões em que o clima quente predomina, pode ser cultivado o ano todo.

Luminosidade: para florescer e revelar todo o seu esplendor, esta planta necessita de sol pleno. Além da temperatura, o manjericão precisa ser plantado em lugar com alta luminosidade, onde fique exposto a, pelo menos, 3 horas de sol por dia.

Solo: o solo ideal para o manjericão tem que ser abundante em matéria orgânica. Para obter um solo propício para a plantação da planta, são 3 Kg/m2 de composto orgânico.
O solo em que a muda for plantada deve receber irrigação diária e moderada.
 
Propagação: para a reprodução da planta, é necessário retirar alguns galhos e deixá-los mergulhados em água até surgirem raízes, altura em que se deve retirar os galhos da água e proceder à sua plantação.
O manjericão precisa ser cultivado em lugares com temperatura superior a 18°C.

Plantio: é necessário terra afofada e fértil (adubada). As sementes devem ser plantadas a pouca profundidade, cerca de 1 cm, contendo duas ou três sementes por buraco. O local para plantio (vaso, sementeira, solo) deve receber pelo menos quatro horas diárias de sol, pois o manjericão se dá muito bem com esta luz natural.
Regas: não são necessárias diariamente, afinal, o excesso de água pode encerrar a vida de nosso queridão manjericão. Sendo assim, devem ser efetuadas a cada dois ou três dias, ou então, quando a terra da parte superior estiver seca.


Adubação: a cada 40 dias é recomendada e necessária, podendo ser feita com cerca de 2 colheres de sopa bem cheias de húmus de minhoca. Dê uma afofada na camada superficial, espalhe o húmus e regue em seguida.

Vale lembrar que o manjericão não resiste a geadas, que gostam muito de sol e se adaptam bem em climas tropicais ou subtropicais. Caso o clima esteja frio ou chuvoso, observe o solo e diminua a quantidade de água.


Poda: é uma parte fundamental para o crescimento e desenvolvimento do manjericão. E é aqui que muitas pessoas acabam perdendo seu manjericão devido a falta de poda ou forma errônea de realizá-la. É necessário sempre (e aqui destacamos o sempre) cortar as flores do manjericão, pois isso mantém a planta jovem e saudável por mais tempo e ainda preserva o sabor das folhas. Pelo fato de flores funcionarem como um dreno nas plantas, acabam consumindo muita energia, por isso faz-se necessário a retirada das mesmas.


Recomenda-se que as folhas sejam colhidas quando a planta atingir 1,2 metro de altura. Isso ocorre geralmente após 60 dias do plantio. Porém, a primeira colheita é indicada somente após três meses de plantio.



Propriedades medicinais:

Na medicina tradicional, é usado como planta medicinal. As suas folhas e flores são utilizadas no preparo de chás, por suas propriedades tônicas e digestivas, sendo indicados ainda para problemas respiratórios e reumáticos.
O óleo essencial de manjericão (menos de 1%) tem uma composição complexa e variável, segundo o clima, o solo, a época da colheita, etc. Os mais importantes componentes aromáticos são cineol, linalol, citral, estragol, eugenol e cinamato de metila, embora não necessariamente nessa ordem. Outros monoterpenos (ocimeno, geraniol, cânfora), sesquiterpenos (bisaboleno, cario­fileno) e fenilpropanóides (metil eugenol) podem estar presentes, em concentrações variáveis, com forte influência sobre o sabor. 
As vitamina A e C são algumas das vitaminas mais abundantes na folha do manjericão. Sendo indicadas para o ardor ao urinar. As suas folhas são também fantásticas para produzir compressas, que devem ser aplicadas nos mamilos doloridos das lactantes. Outra das características da folha do manjericão é o auxílio à boa circulação e dores reumáticas, sendo também bom para tosse e resfriados. O manjericão favorece igualmente a digestão e reduz a fadiga. Uma outra utilidade que é reconhecida ao manjericão é o seu uso em pomadas antibacterianas.

Fontes:
http://revistagloborural.globo.com
https://casa.abril.com.br
http://www.jardineiro.net
https://pt.wikipedia.org
https://blog.plantei.com.br 
http://comofazerhorta.com.br/

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Tiririca - Cyperys rotundus

Classificação:

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Poales
Família: Cyperaceae
Género: Cyperus
Espécie: C. rotundus

A Cyperus rotundus, mais conhecida como tiririca, ou junça, é uma planta pequena, de rápido desenvolvimento, pertencente à família Cyperaceae, e ao gênero Cyperus. Produz pequenos tubérculos de alto poder regenerativo (um único tubérculo cortado pode dar origem a várias plantas) ricos em fitormônios, sendo usado inclusive na produção de mudas de outras plantas por estaqueamento. É uma erva daninha de difícil controle no campo, quer seja por controle mecânico (capinas) ou mesmo por herbicidas.

Etimologia:



A origem do nome rotundus vem do adjetivo latino que significa "redondo", numa alusão aos tubérculos arredondados que se formam no solo. "Tiririca" originou-se do tupi tyryryka

Descrição:

É provável que o local de origem da tiririca seja a Índia. É considerada uma das espécies vegetais com maior amplitude de distribuição no mundo. Está presente em todos os países de clima tropical e subtropical e em muitos de clima temperado. No Hemisfério Norte ocorre a partir do sul dos Estados Unidos e da Europa, aumentando sua presença em direção aos trópicos.

No Brasil, ocorre praticamente em toda a extensão territorial.

Com enorme capacidade de multiplicação, Cyperus rotundus pode formar até 40 toneladas de matéria vegetal por hectare. Para isso, extrai o equivalente a 815 kg de sulfato de amônio, 320 kg de cloreto de potássio e 200 kg de superfosfato por hectare, calculados para 30 toneladas de massa vegetal.

Cyperus rotundus é uma planta perene, com reprodução por sementes, mas proporcionalmente pouco significativa, pois menos de 5% das sementes formadas são viáveis. A principal multiplicação é por tubérculos e bulbos subterrâneos. Em temperatura baixa, o seu desenvolvimento e multiplicação se dão com lentidão. Temperatura elevada é muito bem tolerada; na verdade não se conhece outra espécie vegetal que tolere temperaturas mais altas que Cyperus rotundus. Sua capacidade de sobrevivência em condições adversas é enorme. Períodos prolongados de seca ou inundação do terreno são suportados. Os tubérculos perdem a viabilidade se dessecados e o revolvimento do solo em época seca ajuda a diminuir o número de tubérculos viáveis na área. A parte aérea é sensível a sombreamentos, podendo-se até eliminá-la com sombreamento prolongado. A fotossíntese é efetuada pelo ciclo C4, altamente eficiente em regiões quentes.


Cyperus rotundus é uma planta herbácea com porte entre 15–50 cm nas condições brasileiras. Pelo intenso desenvolvimento de cadeias de pseudo-tubérculos no solo formam-se clones de considerável tamanho. Dos bulbos basais e tubérculos de tiririca formam-se extensos sistemas de rizomas que se desenvolvem horizontalmente e verticalmente que podem se aprofundar até 40 cm. Os rizomas em si não tem gemas, mas de espaço a espaço ocorre uma hipertrofia, semelhante a um tubérculo, no qual ocorrem gemas. Durante os primeiros meses de formação das plantas, o sistema vascular é contínuo através de rizomas e hipertrofias. Em plantas mais velhas, a continuidade dos rizomas é interrompida, o que explica a dificuldade de translocação de herbicidas sistêmicos. Quando os rizoma são rompidos naturalmente ou quando ocorre movimentação do solo causando corte dos mesmos, as gemas adicionais são estimuladas, causando alastramento da invasora. A maioria das hipertrofias que são responsáveis pela formação dos tubérculos se encontra a menos de 15 cm de profundidade, mas algumas podem ser encontradas até 30 ou 40 cm. Num hectare altamente infestado, podem ser encontradas dezenas de milhões de hipertrofias, sendo comum ocorrerem de 2 000 a 4 000 emergências por metro quadrado. 


Plântula: Sua diferenciação é difícil entre as espécies antes do florescimento; para a fazer a identificação é  preciso verificar a parte subterrânea, com seu conjunto de rizomas e tubérculos.

Distribuição: É uma das espécies vegetais com maior distribuição no mundo, presente em 92 países, som os mais variados tipos de clima e solo; no Brasil ocorre em todo o território, infestando as culturas mais importantes.
Folhas: Predominantemente basais, com bainhas membranáceas, echadas; ausência de lígula, com limbo linear plano, sukcado longitudinalmente, de ápice agudo e coloração verde-escura brilhante.

Caule: Triangulado, de superfície lisa e coloração verde ou verde-amarelada.
Inflorescência: Na parte apical dos caules, com raios em números de 3 a 9, de comprimento irregular; em cada raio encontra-se um conjunto de espiguetas lineares, de coloração vermelho escura  ou vermelho castanhada.

Flores: Presente nas espiguetas, variando em número de 10 a 40.

Importância Agrícola: Tida como a mais importante invasora do mundo, devido à capacidade de competição e agressividade, bem como pela dificuldade de controle e erradicação; possui efeito alelopático, afetando  a germinação, a brotação e o desenvolvimento de outras espécies, além de servir de hospedeira para fungos e nematóides.

Fontes:
http://panorama.cnpms.embrapa.br
https://pt.wikipedia.org/
www.roundupreadyplus.com.br

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Old Tjikko - A árvore mais velha do mundo!

Apelidada de "Velha Tjikko" em homenagem à husky de estimação de Kullman, o pesquisador que a encontrou, a árvore mais antiga do mundo, descoberta em 2004, continua viva e crescendo normalmente. 
9.550 anos. Esta é a idade aproximada deste pinheiro. Normalmente a idade das árvores é identificada a partir da quantidade de anéis em seu tronco. No entanto, a Old Tjikko passou por um processo diferente. Os cientistas fizeram as estimativas através de dados de Carbono-14. Este processo consiste na coleta de material orgânico nas raízes da planta. Desde então, Tjikko vem sendo acompanhada regularmente por pesquisadores da região.

A Old Tjikko é um exemplar da espécie Picea abies, popularmente chamada de “Árvore de Natal”. Apesar de ser considerada a mais antiga do mundo, a árvore que nós vemos hoje não é necessariamente a mesma que sobreviveu à Era do Gelo. Por sua capacidade de clonagem, os especialistas explicam que esta planta tem a capacidade de manter suas raízes mesmo quando o tronco parece morto. Assim, é possível que a árvore cresça novamente inúmeras vezes.
Localizada a uma altitude de 910 metros, na província sueca de Dalarna, a Old Tjikko possui quatro metros de altura. De acordo com Kullman, o tronco da árvore, revela que sua estatura baixinha foi determinante para sua longevidade: "árvores grandes não vivem tudo isso", constatou o estudioso de Tjikko. 
Fonte: 
http://ciclovivo.com.br
http://revistagalileu.globo.com

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

As 10 espécies de sapos mais venenosas do mundo!

Como falamos em outra publicação, a natureza, apesar de  bela, pode ser muito perigosa. Já falamos das plantas venenosas, agora chegou a vez dos sapos.

Quando se fala sobre espécies tóxicas de répteis no mundo, o principal nome que surge em mente é da cobra. Há muitas outras espécies tóxicas no planeta, e uma delas é o sapo.

O sapo é normalmente encontrado em casas e muitos lugares, e as crianças os prendem para se divertir e brincar. Mas algumas espécies de sapos são tão perigosas que podem causar a morte de humanos.

As toxinas produzidas a partir destes sapos venenosos causam vários problemas de saúde como paralisia, insuficiência cardíaca, doenças respiratórias. Nesta seleção estão em destaque as 10 espécies de sapos mais venenosas do mundo, e alguns deles são tão fatais que causam a morte de humanos apenas pelo toque.

10º Ranitomeya reticulata

Ranitomeya reticulata entre os sapos mais venenosos do mundo
Este sapo é encontrado principalmente no Peru. É prejudicial o suficiente para matar um animal imediatamente, e seu veneno comparado com qualquer cobra grande. Segundo a pesquisa científica, esta espécie de sapo não é capaz de produzir veneno, os insetos que eles comem como formigas, ácaros e besouros produzem uma toxina que acumulou em glândulas sob a pele.
Depois disso, este veneno filtra através dos poros nas costas e o torna um sapo perigoso. Eles têm uma grande auto defesa contra o inimigo, e um ataque é suficiente para matar uma galinha.

9º Rela-morango

Rela-morango entre as especies de sapos mais venenosos do mundo
Seu nome é derivado por causa das tribos ameríndias que usavam suas secreções tóxicas para lançar dardos, e o nome morango dado a eles por causa de sua cor. Estes sapos da América Central são lindos. Ele é um dos sapos mais venenosos, causa queimadura e inchaço da pele humana. Eles estão sempre procurando por um lar seguro com seus girinos em suas costas, gostam de manter seus girinos em lugares separados e gostam de viver em poça de água da chuva.
 

8° Dendrobates azureus

Dendrobates azureus entre as especies de sapos mais venenosos do mundo
Outro sapo usado para dardo venenoso nesta seleção é o sapo azul. Ele tem cor azul vibrante e atraente com pontos pretos em todo o corpo. É possível ver sua cor azul em muitas pinturas, retratos e tatuagens. Este sapo é menos venenoso como comparado com outros nesta seleção, mas 2 microgramas são suficientes para matar um humano. Eles são encontrados principalmente nas regiões da América do Sul. As toxinas surgem das formigas e pequenos insetos que eles comem.

7º Striped Poisonous Frog

Striped Poisonous Frog entre as especies de sapos mais venenosos do mundo
É encontrado no Panamá, Costa Rica e regiões da Nicarágua. Eles pertencem à família Dendrobatidae. Uma pequena quantidade de veneno de quase 0.8 mg é suficiente para parar o ataque do inimigo. Como seu nome indica, eles têm característica listrada no corpo que produz batrachotoxinas que causam a insuficiência cardíaca na indigestão. Outro sapo chamado false poison dart frog é semelhante em aparência a este sapo que não é perigoso.

6º Golfodulcean

Golfodulcean entre as especies de sapos mais venenosos do mundo

O sapo pretence ao gênero Phyllobates e produz veneno neurotóxico alcalóide. As toxinas criadas desta espécie causam graves problemas de saúde como convulsões, dores severas e paralisia. Eles são encontrados na Costa Rica.  De forma surpreendente, as listras coloridas estão correndo em todo o corpo de um sapo, e isso carrega mais veneno por causa de seu significativo tamanho.

5º Dendrobates tinctorius

Dendrobates tinctorius entre as especies de sapos mais venenosos do mundo
Este sapo é o terceiro maior sapo venenoso do mundo. E carregam diferentes combinações de cor em seu corpo. O veneno é usado para caçar outros animais em tribos da Guiana. Outro benefício destes sapos é que as pessoas os usavam para massagear o corpo do papagaio e converter as características do papagaio em cores diferentes. 
 

4º Ranitomeya variabilis

Ranitomeya variabilis entre as espécies de sapos mais venenosos do mundo
Este sapo é de habitação de árvore. Seu habitat é florestas tropicais do Equador e Peru. Tem aparência atraente com combinação de cor branco e preto. Eles são muito perigosos, podendo matam até 5 humanos ao mesmo tempo por secretar veneno suficiente de sua pele.
°

3° Phyllobates bicolor

Phyllobates bicolor entre as espécies de sapos mais venenosos do mundo
É pequeno, mas um sapo extremamente venenoso. Eles são encontrados em Western Columbia. A toxina destes sapos é batrachotoxina que causa febre, dor, falha respiratória, paralisia dos músculos e conduz até a morte. O veneno de 150 microgramas é suficiente para matar um humano adulto.

2° Phyllobates terribilis

Phyllobates terribilis entre as espécies de sapos mais venenosos do mundo
Este sapo é encontrado na Holanda. E é espécie pequena, mas perigosa o suficiente para matar um elefante e 20 pessoas de uma vez. Até o humano pode morrer, mesmo por tocá-lo. As toxinas destes sapos diretamente atacam o coração e levam à insuficiência cardíaca, sendo segunda posição nesta seleção, das 10 espécies de sapos mais venenosas do mundo.

1º Phyllomedusa bicolor

Phyllomedusa bicolor entre as espécies de sapos mais venenosos do mundo
Eles são encontrados na bacia amazônica. O veneno leve deste sapo perigoso causa sedação, distúrbio gástrico e alucinação. O fator mais interessante é que suas toxinas são usadas em tratamento de câncer e AIDS. E aparentam como a folha, como seu nome indica e têm a cor verde, sendo este sapo posição líder nesta seleção, das 10 espécies de sapos mais venenosas do mundo.

Fonte: http://top10mais.org/
 



sexta-feira, 7 de julho de 2017

Biófitas: as menores plantas do mundo.

Por: Rafael Vitorino De Oliveira no http://parquedaciencia.blogspot.com.br


Figura 01 – Briófitas. Fonte: http://www.brasilescola.com

INTRODUÇÃO AS BRIÓFITAS

Briófitas (do grego bryon: “musgo”' e phyton: “planta”) são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. Pertencem ao reino Plantae e, desta forma, são eucariontes, fotossintetizantes e multicelulares. Estes organismos não possuem vasos condutores de seiva, nem estruturas rígidas de sustentação, justificando seu pequeno porte. Assim, o transporte de substâncias se dá por difusão e ocorre de forma lenta, de célula para célula.
São encontradas predominantemente em ambientes úmidos, porém podem ser vistas em água doce, em locais extremamente secos ou mesmo nos polos da Terra, habitando o interior de rochas. Estão divididas em três grupos: Musgos, hepáticas e antóceros, sendo os indivíduos do primeiro grupo os mais conhecidos por nós.
Podem viver sobre troncos e ramos de árvores, folhas, troncos em decomposição, solo ou rochas. Toleram facilmente condições ambientais extremas e por isso estão amplamente distribuídas no mundo, ocorrendo assim nos mais variados ecossistemas, e numa grande quantidade de habitat’s.

Segundo Gradsteinet al. (2001), as briófitas já existiam no Paleozoico, ha cerca de 300 milhões de anos, pertencendo as mais antigas linhagens de plantas terrestres, com formas próximas as atuais. Gradsteinet al. (2001) e Shaw &Goffinet (2000) afirmam que são o segundo maior grupo de plantas terrestres, com cerca de 18.000 espécies, sendo cerca de 100 espécies de antóceros, 5.000 de hepáticas e 13.000 de musgos. A maior diversidade encontra-se na região neotropical (América Central, incluindo a parte sul do México e da península da Baja California, o sul da Flórida, todas as ilhas do Caribe e a América do Sul.), com cerca de 4.000 espécies.

ESTRUTURA DAS BRIÓFITAS

Estas plantas não possuem raiz, caule e folha, sendo que encontramos nelas estruturas semelhantes a estas: rizóides, caulóides e filoides. Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes.
Devido a ausência de vasos condutores de nutrientes, a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas.

Figura 02 – Estruturas de uma Briófita. Fonte: http://www.brasilescola.com

A parte permanente das briófitas é o gametófito (n). O esporófito (2n) depende deste último para sua nutrição, e não perdura por muito tempo.

REPRODUÇÃO DAS BRIÓFITAS

Para explicar como as briófitas se reproduzem, tomaremos como modelo o musgo mimoso. Observe o esquema abaixo:

Figura 03 – Ciclo de vida das briófitas, Fonte: http://www.sobiologia.com.br

Os musgos verdes que vemos num solo úmido, por exemplo, são plantas sexuadas que representam a fase chamada gametófito, isto é, a fase produtora de gametas. Nas briófitas, os gametófitos em geral têm sexos separados. Em certas épocas, os gametófitos produzem uma pequena estrutura, geralmente na região apical – onde terminam os filoides. É neste local que os gametas são produzidos. Os gametófitos masculinos produzem gametas móveis, com flagelos: os anterozoides. Já os gametófitos femininos produzem gametas imóveis, chamados oosferas. Uma vez produzidos na planta masculina, os anterozoides podem ser levados até uma planta feminina com pingos de água que caem após uma precipitação.
Na planta feminina, os anterozoides nadam em direção à oosfera; da união entre um anterozoide e uma oosfera surge o zigoto, que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. Em seguida, o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito, isto é, a fase produtora de esporos.
No esporófito possui uma haste e uma cápsula. No interior da cápsula formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode se desenvolver e originar um novo musgo verde – a fase sexuada chamada gametófito. 
 
Como você pode perceber, as briófitas dependem da água para a reprodução, pois os anterozoides precisam dela para se deslocar e alcançar a oosfera.

O musgo verde, clorofilado, constitui, como vimos, a fase denominada gametófito, considerada duradoura porque o musgo se mantém vivo após a produção de gametas. Já a fase denominada esporófito não tem clorofila; ela é nutrida pela planta feminina sobre a qual cresce. O esporófito é considerado uma fase passageira porque morre logo após produzir esporos. 
 

REFERÊNCIAS

Kaufman, J. S., "How Inconsistencies in Racial Classification Demystify The Race Construct in Public Health Statistics". Em: Epidemiology, 10:108-11, 1999.

Gates, H. L., "The Science of Racism". Acesso em: 2014. Disponível em: www.theroot.com/id/46680/output/print
Revista Espaço Acadêmico. Acesso em: 2014. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/060/60carvalho.htm
 




 
 

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